Mostrando postagens com marcador DIETA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador DIETA. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Ganhar Massa Muscular: 7 passos essenciais



Neste artigo vamos descrever uma série de passos a seguir ou fatores a ter em conta no processo de ganhar massa muscular, quando o nosso objetivo principal é otimizar ao máximo este processo.

Em primeiro lugar, vamos focar-nos nos fatores que influenciam diretamente os treinos de resistência e o que é necessário saber sobre eles de modo a favorecer os resultados que podemos obter. Para estipular um programa de treino de resistência temos que ter em conta as variáveis principais do treino e para maximizar o seu efeito temos que as manipular adequadamente. Podemos destacar, entre estas variáveis, o volume, intensidade e frequência do treino.

1.Volume: Esta é uma das variáveis mais importantes a ter em conta quando se otimiza um treino de resistência. Vários guias de força muscular e hipertrofia aconselham um volume baixo para principiantes e indivíduos intermédios – entre 1 a 3 sets por cada músculo – e, para indivíduos mais avançados um maior volume – entre 3 a 6 sets por cada músculo. O aumento de aproximadamente 40% na hipertrofia e força está associado à faixa entre os 2 a 3 sets.

2. Frequência: Por frequência referimo-nos ao número de sessões de treino executado por cada grupo muscular no espaço de uma semana. Evidências científicas têm mostrado que, em indivíduos que treinam pouco, uma frequência de treino de 1 sessão por semana comparada a 2 sessões por semana provocam resultados semelhantes em termos de resistência e hipertrofia. Outros estudos, que se focaram nos indivíduos que treinam mais, compararam a frequência de uma sessão por semana a uma frequência de 5 sessões por semana, que demonstra que as últimas promovem uma hipertrofia maior. Assim, dependendo do nível individual, a frequência ideal para alcançar os melhores resultados na hipertrofia (ou seja, ganhar massa muscular) seria entre 1 a 4 sessões de treino por semana.

3. Intensidade: Em termos de intensidade, referimo-nos ao peso utilizado nos treinos e o esforço a que os sistema nervoso e muscular são submetidos. Estudos revelam que a intensidade mínima para a otimização e estímulo da hipertrofia seria 65% de 1RM ou mais. Embora haja estudos que revelaram que o treino com pouco peso (30%-60% de 1RM) produz uma hipertrofia semelhante ao treino com pesos moderados ou maiores (mais do que 60% de 1RM). Portanto, a melhor coisa a fazer é adaptar a intensidade dependendo do nível individual e objetivos desportivos. A necessidade de alcançar o fracasso de modo a promover uma maior hipertrofia é frequentemente aconselhada, porém nem sempre se comprova, visto que o treino com pesos maiores produz um crescimento muscular significativo quando 3 a 4 repetições são deixadas em reserva. Em resumo, para melhorar e promover o objetivo de ganhar massa muscular (hipertrofia) temos que combinar as diferentes intensidades (moderadas e elevadas).

Em segundo lugar, para além de treinar, outro aspeto a ter em conta para ganhar massa muscular é a nutrição, um fator essencial para promover um desempenho, recuperação e hipertrofia muscular melhores.

4. Ingestão de proteínas: Uma combinação adequada de ingestão de proteínas e treino de resistência é a estratégia mais eficiente para promover a hipertrofia. A massa muscular será regulada principalmente pelo chamado balanço proteico líquido, a diferença entre a síntese proteica e a degradação proteica. Se há um equilíbrio negativo de proteínas, a degradação muscular irá ocorrer. A ingestão de proteínas diárias deve ser entre 1,6-2,2 gramas por quilograma de peso corporal por dia.

5. Tempo de ingestão: O tempo de ingestão de proteínas é uma variável a considerar para a otimização da recuperação do músculo esquelético e da hipertrofia. A janela anabólica prevista dura durante 24 horas e existem estudos que aconselham o espaçamento da ingestão de proteínas entre 3 a 5 horas ao longo do dia, uma vez que maximiza a síntese proteica muscular ao longo de 12 horas.

6. Fonte de proteínas: Ganhos específicos do treino de resistência podem depender do tipo de fonte de proteína. O conteúdo de leucina das fontes de proteína que escolhemos é crucial. O consumo de 3 a 4 g de leucina por dose de proteína irá promover uma síntese proteica máxima. Um complemento ideal é um suplemento de proteína de whey que providencie pelo menos 3 gramas de leucina por dose.

7. Estado nutricional: De acordo com a posição do “International Society of Sport Nutrition ” (ISSN), a sincronização de nutrientes, a proporção de certos macronutrientes, o uso do planeamento metódico e a gestão de alimentos integrais, alimentos enriquecidos e suplementos dietéticos, irão melhorar o desempenho desportivo, a recuperação pós exercício físico, a reparação dos tecidos musculares diferentes e também irão aumentar a síntese de proteínas musculares. Para ganhar massa muscular é então preciso estarmos atentos à nossa nutrição.

Bibliografia:

Arazi, H., Asadi, A., Gentil, P., Ramírez-Campillo, R., Jahangiri, P., Ghorbani, A., Hackney, A. C., & Zouhal, H. (2021). Effects of different resistance training frequencies on body composition and muscular performance adaptations in men. PeerJ9, 0–16. Podes ler o artigo completo aqui.

Bottaro, M., Veloso, J., Wagner, D., & Gentil, P. (2011). Resistance training for strength and muscle thickness: Effect of number of sets and muscle group trained. Science and Sports26(5), 259–264. Podes ler o artigo completo aqui.

Cribb, P. J., Williams, A. D., Stathis, C. G., Carey, M. F., & Hayes, A. (2007). Effects of whey isolate, creatine, and resistance training on muscle hypertrophy. In Medicine and Science in Sports and Exercise (Vol. 39, Issue 2, pp. 298–307). Podes ler o artigo completo aqui.

Krzysztofik, M., Wilk, M., Wojdala, G., & Golas, A. (2019). Maximizing muscle hypertrophy: A systematic review of advanced resistance training techniques and methods. Environment research and public health (Vol. 388, pp. 539–547).

Deldicque, L. (2020). Protein intake and exercise‐induced skeletal muscle hypertrophy: An update. Nutrients12(7), 1–4. Podes ler o artigo completo aqui.

Hakimi, M., Mohamadi, M. A., & Ghaderi, Z. (2012). The effects of glutamine supplementation on performance and hormonal responses in non- athlete male students during eight week resistance training. Journal of Human Sport and Exercise7(4), 770–782. Podes ler o artigo completo aqui.

Kerksick, C., Harvey, T., Stout, J., Campbell, B., Wilborn, C., Kreider, R., Kalman, D., Ziegenfuss, T., Lopez, H., Landis, J., Ivy, J. L., & Antonio, J. (2008). International society of sports nutrition position stand: Nutrient timing. In Journal of the International Society of Sports Nutrition (Vol. 5). Podes ler o artigo completo aqui.

Morton, R. W., McGlory, C., & Phillips, S. M. (2015). Nutritional interventions to augment resistance training-induced skeletal muscle hypertrophy. Frontiers in Physiology6(SEP). Podes ler o artigo completo aqui.

Amirthalingam, T., Mavros, Y., Guy, C., Jillian, L… Hackett, D. (2017). Effects of a modified german volume training program on muscular hypertrophy and strength. Journal of strength and conditioning research31(11), 3109–3119.

Stark, M., Lukaszuk, J., Prawitz, A., & Salacinski, A. (2012). Protein timing and its effects on muscular hypertrophy and strength in individuals engaged in weight-training. Journal of the International Society of Sports Nutrition9(1), 1. Podes ler o artigo completo aqui.

Stokes, T., Hector, A. J., Morton, R. W., McGlory, C., & Phillips, S. M. (2018). Recent perspectives regarding the role of dietary protein for the promotion of muscle hypertrophy with resistance exercise training. In Nutrients (Vol. 10, Issue 2). Podes ler o artigo completo aqui.

Tang, J. E., Moore, D. R., Kujbida, G. W., Tarnopolsky, M. A., & Phillips, S. M. (2009). Ingestion of whey hydrolysate, casein, or soy protein isolate: Effects on mixed muscle protein synthesis at rest and following resistance exercise in young men. Journal of Applied Physiology107(3), 987–992. Podes ler o artigo completo

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

JEJUM INTERMITENTE VALE A PENA?


Conforme Dr paulo gentil que junto com pesquisadores italianos (incluindo Antonio Paoli, claro) e estadunidenses tiveram um artigo aceito no Journal of Translational Medicine (fator de impacto 3,7) sobre o tema.
 No estudo de 8 semanas, 34 homens com mais de 5 anos de experiência de musculação foram divididos em dois grupos. A quantidade e distribuição das calorias era a mesma, só mudavam os horários das refeições, pois um grupo passava 16 horas em jejum e fazia as três refeições dentro de 8 horas, enquanto o outro as distribuía em café, almoço e janta. Todos fizeram o mesmo treino (de características tensionais) entre 16 e 18:00 e foram avaliados por DEXA, além da análise de diversos hormônios (testosterona, IGF-1, hormônios da tiroide...) e citocinas (leptina, IL-6, adiponectina...).
Resultados? Houve perda de gordura de pouco mais de 1kg com o jejum intermitente, redução em algumas citocinas e da insulina. Maaaas, houve reduções nos níveis de testosterona, IGF-1 e hormônio da tiroide. E aí? Aí que uma mudança drástica na alimentação trouxe resultados positivos de um lado e efeitos negativos de outro. Será que um período maior vai gerar adaptação e ajustes hormonais? Ou será que tais alterações hormonais causarão repercussões negativas? Isso não sabemos. Mas uma coisa eu posso garantir: jejum intermitente não faz milagres! No frigir dos ovos, você não precisa trocar sua dieta balanceada e equilibrada por jejum intermitente. Mas se for para trocar o fast food por jejum intermitente, aí é outra história.
Ah, mas tem uns malucos propondo milagres com essa dieta! Simples, perceba que esses médicos não têm nenhuma especialidade definida, apenas falam que praticam “endocrinologia”. O que significa isso? Eles não são endocrinologistas, não estudaram igual um endocrinologista, não passaram nas provas específicas, não tem registro... Eles apenas brincam de manipular hormônios em si mesmos e em seus pacientes. Aí, meu caro pode ser jejum intermitente, alimentação impertinente, mentira conveniente, charlatão convincente ou até anus adente vai dar resultado! Por favor, espalhem e compartilhem!

domingo, 23 de junho de 2019

Não gosto de treinar, o que fazer? Veja 7 Dicas!


É muito comum encontrarmos pessoas que não gostam de praticar atividades físicas. Neste caso, é importante lançar mão de estratégias para que a prática se torne um hábito. Veja mais neste artigo!
não gosto de treinar dicas motivação

Para muitas pessoas, sair de casa para praticar exercícios, é um suplício. Neste caso, é muito comum vermos pessoas que tem este perfil e que não conseguem manter o hábito.
São aquelas pessoas que começam e logo param. Ou seja, que nunca chegam a ter os reais benefícios da prática de exercícios em suas vidas.
Não gostar de treinar não é algo incomum. Porém, se este é o seu caso, você deve buscar novas estratégias para tornar o exercício um hábito.
Para isso, é importante usar estratégias de coaching e de psicologia, para fins de criar um ambiente de transformação.

Não gosto de treinar, mas por que?

Analise comigo: não há razões biológicas para nos exercitarmos. Nosso corpo se desenvolveu, através de milhões de anos, para um objetivo principal: manter-se vivo. Isso envolve principalmente, a economia de energia.
Só que nosso corpo desenvolve tais estratégias por milhões de anos, sem contar que nos últimos séculos, o ambiente se tornou mais controlado, com mais oferta de alimentos e menos perigos naturais.
Neste sentido, é muito importante entender que seu cérebro, em primeiro momento, sempre buscará “sabotar” seu treino. Então não se culpe. Busque estratégias.

Eu odeio treinar, o que fazer?

Primeiramente, você precisa se conscientizar do seguinte: nem sempre fará só o que gosta.
Se você busca treinar para sua qualidade de vida, sem esperar grandes resultados estéticos, poderá treinar 3 vezes por semana. Serão 3 horas em uma semana, que tem 168 horas.
Ou seja, é um valor mínimo, ínfimo e que não há desculpas para não se fazer.
Além disso, você pode focar mais no benefício, buscar dentro dos exercícios físicos situações que te agradem.
Por exemplo, foque no benefício do exercício, todas as vezes que sentir preguiça de ir treinar.
O
Além disso, nos primeiros 2 meses, faça de tudo para não faltar e para ter uma rotina.
Por exemplo, imagine que você treinar 3 vezes na semana. Crie um hábito de treinar sempre no mesmo horário e nos mesmos dias, para desenvolver estratégias de criação de hábitos.
Para te ajudar, selecionamos 7 dicas poderosas para criar o hábito de treinar, mesmo não gostando de se exercitar.

7 dicas para acabar com a preguiça de ir treinar

1- Estabeleça metas reais
Imagine o seguinte: você, quando prestou vestibular, gostava de estudar? Provável que não. O que você via era um benefício muito maior, no futuro e principalmente, tinha uma meta a ser atingida. Com o exercício é a mesma coisa.
Mas tenha metas reais. Não seja muito radical, principalmente no início do processo.
Por exemplo, trace uma meta de realizar 12 treinos em um mês. Estipule uma meta realista, com base em suas necessidades.
Outra meta interessante pode ser de peso, quando o foco é emagrecer. Mas novamente irei frisar: metas reais. Não alcançar uma meta pode ser a razão que vai te fazer desistir
2- Encontre coisas que você gosta em determinadas modalidades
Eu sempre defendo a utilização de treinamentos resistidos. Porém, sei que para muitas pessoas, este tipo de treino não é o mais agradável.
Neste caso, o mais importante é achar algo que te gere algum prazer. Não espere algo que te de extrema vontade ou prazer, mas algo que não seja totalmente fora de sua realidade.
3- Crie recompensas para as metas batidas
Imagine o seguinte: você gosta de uma série ou canal de vídeo. Crie uma meta que só assistirá determinado vídeo ou mais um episódio se for treinar. Se não for, não assistirá.
Isso fará com que seu cérebro estabeleça uma recompensa para o ato de se exercitar. Em alguns meses, isso fará com que você tenha um hábito.

4- Se possível, treine pela manhã
Se você não gosta de treinar, faça isso o quanto antes. Se sua rotina permitir, treine pela manhã, logo após acordar. Isso fará com que você tenha menos possibilidades de procrastinar ou achar desculpas.
Naturalmente, para algumas pessoas isso é inviável. Porém, para outras, é a única forma de criar um hábito, sem chances de procrastinar.

5- Crie hábitos prazerosos para treinar
Se você não gosta de treinar, busque “enganar” seu cérebro com outras estratégias, para gerar prazer.
Por exemplo, ouça uma playlist que você gosta, um podcast ou audiolivro durante o treino. Ou então, treine em silencio, em introspecção. O mais importante é ter prazer. Isso vai fazer com que seu cérebro não considere o exercício como algo tão “ruim”.
6- Dias e horários marcados
Crie hábitos de treinar, pelo menos nos 3 primeiros meses, em horários e dias marcados.
Por exemplo, treine sempre na segunda, terça e quinta às 19 horas. Isso fará com que naqueles dias, você prepare seu cérebro para o ato de treinar. Isso ajuda e muito na criação de hábitos.
7- Tenha um incentivador (cobrador)
Nada melhor para desenvolver um hábito, do que alguém te cobrando.
Por exemplo, crie um compromisso com pessoas da sua família ou do seu trabalho de que você fará 15 treinos em um mês.
Crie uma “multa” caso não consiga. Ou então, tenha uma pessoa para treinar junto com você. Isso também ajudará a criar o hábito.
Não gostar de treinar não é desculpa. Você provavelmente não gosta de fazer um monte de coisas que faz no dia a dia.
Você precisa parar de se vitimizar e partir para a ação. Vai lá e treina! Sempre conte com a ajuda de bons profissionais.
Bons treinos!    
fonte: treino mestre

sábado, 17 de novembro de 2018

O que é Metabolismo?

O que é Metabolismo:

Metabolismo é um conjunto de transformações e reações químicas através das quais se realizam os processos de síntese degradação (ou decomposição) das células.
Originado a partir do termo grego metábole, que significa “mudança” ou “troca”, o metabolismo acontece com a ajuda de enzimas, por meio de uma cadeia de produtos intermediários.
Este fenômeno está relacionado com três funções que são vitais e que ocorrem no corpo humano: nutrição (inclusão de elementos essenciais no organismo), respiração (oxidação desses elementos essenciais para produção de energia química) e síntese de moléculas estruturais (utilizando a energia produzida).
O processo metabólico se divide em dois grupos denominados anabolismo (reações de síntese) e catabolismo (reações de degradação).

Anabolismo

Anabolismo é a fase metabólica relacionada principalmente com a construção de tecido muscular a partir do consumo de energia.
O anabolismo é chamado de reação de síntese ou de reconstrução e tem como principal consequência a formação de moléculas complexas a partir de moléculas simples.
A estimulação do processo de anabolismo pode ser feita a partir da prática de exercícios e da alimentação rica em proteínas.
Na fase anabólica, durante o período de descanso do corpo, o tecido muscular que é danificado pela prática do exercício é reparado pelo organismo. É a reparação do tecido muscular que ocasiona o desenvolvimento da massa muscular, também chamada de massa magra.
As proteínas consumidas na alimentação são sintetizadas na fase anabólica e se transformam em aminoácidos. Em conjunto com a prática de exercícios eles são os responsáveis pelo desenvolvimento e crescimento do tecido muscular.

Catabolismo

O catabolismo é o processo inverso. É a formação de moléculas simples a partir da decomposição de moléculas complexas.
É uma reação de quebra ou de degradação molecular e tem como função central o fornecimento de energia para o funcionamento do corpo humano.
O principal exemplo de catabolismo é o processo digestivo. É a partir da digestão que os alimentos ingeridos passam por um processo que os transforma em moléculas simples. O resultado desse processo é a produção de energia.
O processo catabólico e o fornecimento de energia são indispensáveis para a manutenção das funções vitais do corpo humano, como o equilíbrio da temperatura corporal e o controle dos batimentos cardíacos.
Para manter as funções vitais (respiração, batimento cardíaco, temperatura corporal, e etc.), o organismo gasta uma grande quantidade de energia. É o que se chama de metabolismo basal.Catabolismo são reações químicas destrutivas, ou seja, há uma quebra de substâncias. Por exemplo, a quebra da molécula de glicose que é transformada em energia e água.Anabolismo são reações químicas construtivas, ou seja, produzem nova matéria orgânica nos seres vivos. Por exemplo, a síntese de proteínas no tecido muscular a partir de aminoácidos.

O que é Catabolismo:

Catabolismo é uma das etapas do metabolismo e consiste num conjunto de reações químicas que transformam a matéria orgânica absorvida pelos seres vivos em energia. Nesta fase do processo metabólico, as substâncias são degradadas e os nutrientes liberados para, posteriormente, ocorrer a manutenção celular. 
O catabolismo é responsável por liberar a energia química dos alimentos consumidos, por exemplo, que será usada em outra etapa do metabolismo para o crescimento e manutenção das células do corpo (anabolismo).
As reações catabólicas são consideradas destrutivas, justamente por servirem para "quebrar" as substâncias, liberando energia e outros nutrientes para o organismo. No entanto, caso a pessoa apresente uma taxa alta de catabolismo, este processo poderá afetar negativamente os depósitos de gordura e músculos, que passam a ser "consumidos" pelas reações catabólicas. 

Metabolismo acelerado

Há influência de diversos fatores no metabolismo, por exemplo, genética, idade, sexo, altura, peso, prática de atividade física, entre outros.
O gasto de mais ou menos energia depende desses fatores. Por isso, algumas pessoas são magras e, mesmo comendo de tudo, não engordam. Enquanto outras, enfrentam grandes dificuldades para conseguirem emagrecer.
Emagrecer de forma adequada, implica equilibrar a ingestão de calorias de acordo com o nível de atividade física. Dietas rápidas envolvem a perda de gorduras, mas também de massa muscular, o que não é conveniente para resultados a longo prazo.
No caso do chamado “metabolismo acelerado”, o organismo processa de modo mais rápido o desgaste das calorias. De acordo com alguns endocrinologistas, quanto maior a aceleração do metabolismo, maior será o gasto calórico.
Neste caso, as pessoas com “metabolismo acelerado” tendem a ter mais dificuldades em ganhar peso, enquanto que os indivíduos com metabolismo lento apresentam dificuldades em perder peso.

Metabolismo basal

Consiste na quantidade de calorias consumidas em vinte quatro horas por um indivíduo que se encontra em repouso absoluto e em jejum (de pelo menos 12 horas), sem haver dano nos órgãos internos do seu corpo.
É medido através do oxigênio consumido ou do dióxido de carbono libertado em um determinado intervalo de tempo. O metabolismo basal varia de acordo com o tamanho da pessoa (é maior quanto menor for a pessoa), da idade (é menor quanto maior for a idade), e do sexo (sendo um pouco menor no caso das mulheres).

sábado, 3 de novembro de 2018

Dicas para acabar com o Culote – Alimentação, exercícios e tratamentos

O acúmulo de gordura localizada é um tormento para as mulheres, dentre eles o culote, veja nossas dicas de alimentos, exercícios e tratamentos.

O culote surge ainda na adolescência, sendo criado durante os períodos de mudanças hormonais femininos.Entre as várias áreas do corpo que acumulamos gordura, especialmente as mulheres, a barriga e o culote são os pontos mais comuns.
A época que o culote realmente começa a aparecer, podendo mudar de organismo para organismo, é a partir dos 18 anos, época em que a adolescência está acabando.

Após os 20 anos, salve exceções, algumas mulheres podem perceber que a parte posterior das nádegas começa a ficar mais flácida, originando um aumento de tamanho, além de celulites no local.
Por isso, esse é um dos locais mais problemáticos para a mulher, pois, assim como o abdômen inferior, é difícil eliminar.
Mas, como tudo na vida, especialmente em se tratando do corpo, não é impossível de eliminar essa gordura localizada.
Associar exercícios físicos e uma alimentação saudável pode, sim, diminuir os culotes e modelar seu corpo, levando em consideração, é claro, seu biótipo.

Exercícios que ajudam a diminuir o culote

Para começar, adicionar certos exercícios a sua rotina de atividades físicas pode corroborar para diminuir os culotes, e fazer desaparecer a flacidez e a celulite, a começar pelos exercícios aeróbicos.
Os exercícios aeróbicos são importantíssimos na hora de perder as gorduras localizadas.
Como a gordura é a principal responsável pelo aparecimento dos culotes, ela deve ser a primeira a ser eliminada.
Para isso, nada melhor do que os exercícios que irão elevar seu batimento cardíaco, tornando a gordura energia queimada durante a atividade.

Exercícios aeróbicos

Comece devagar, como uma caminhada na esteira.
Faça 40 ou 45 minutos de exercício três vezes na semana. Para aumentar ainda mais seus ganhos (quer dizer, sua perda de gordura localizada), alterne a intensidade do exercício.
Durante os 40 minutos, faça três minutos de intensidade forte e dois minutos de velocidade moderada. Vá fazendo isso nos 40 minutos de exercício.
A caminhada pode e deve ser a primeira opção quando se está iniciando atividades físicas.
Depois que você já passou dessa fase, ou se já está acostumada com atividades físicas, a corrida é uma ótima opção, pois é de intensidade maior e possibilita a perda de gordura localizada de maneira mais eficaz. Da mesma forma que você fez na caminhada, a corrida deve alternar velocidades.
Em uma corrida de 40 ou 45 minutos, corra por três minutos em uma velocidade mais rápida, enquanto que dois minutos em uma intensidade mais moderada. Faça isso durante todo o período do exercício.
A bicicleta é, também, uma ótima opção. Faça da mesma forma que foi abordado anteriormente.
Faça o exercício por 20 minutos, alternando um minuto de intensidade mais forte, com quatro minutos de carga moderada.
Além desses exercícios, algumas aulas que são oferecidas na academia podem ajudar a diminuir a gordura localizada. Exercícios como spinning, step, jump e dança são muito bem vindos.
Musculação
Além dos aeróbicos, é necessário que se faça exercícios para enrijecer os músculos dessa área. Os chamados exercícios localizados irão tonificar á área, e poderão ser mais bem vistos depois que a camada de gordura sumir.
Entre alguns exercícios, e que você poderá fazer em casa com o auxílio de uma corda e pesos, está a rotação de tronco, a flexão abdominal lateral, a prancha abdominal lateral, além dos exercícios de três apoios, em que você, com caneleiras, flexiona as pernas em 90 ou 180 graus.
Estes exercícios são mais bem efetuados com o aconselhamento de um instrutor.

Alimentação que auxilia na diminuição do culote

Contudo, não é somente a atividade física que poderá te ajudar a perder as gorduras localizadas. Como falamos anteriormente, associar alimentação e exercícios é a melhor maneira de perder os culotes.
Pensando assim, uma dieta equilibrada e a principal opção. Alimentar-se de duas em duas horas ou de três em três horas também é importante, pois acelera o metabolismo e aumenta o gasto energético.
Entretanto, sua alimentação deve ser moderada e de alimentos nutritivos, ou seja, comer pouco e com sabedoria.
Alimentos feitos com farinha branca, como doces, pizzas e outros devem ser cortados, principalmente se você deseja chegar ao corpo perfeito e sem gorduras localizadas.
Frituras também não são recomendadas, especialmente pelo alto teor calórico que elas possuem.
Adicione proteína ao seu cardápio, especialmente se você está em treino muscular.
Diminua os carboidratos simples, aumentando o consumo daqueles que são compostos (integrais).

Tratamentos para perder o culote

Existem algumas maneiras diferentes de potencializar as perdas de gordura na região e devem ser feitas de maneira paralela aos exercícios e à alimentação.
Alguns tratamentos estéticos conseguem suavizar e diminuir consideravelmente o acúmulo de gordura localizada.
Entre os tratamentos, o ultrassom cavitacional, que é capaz de alcançar algumas células de gordura mais profundas; e a drenagem linfática, que diminui a retenção de líquido intersticial, o qual fica retido entre as células musculares e adiposas, além de aumentar o metabolismo, melhorando a queima de gordura.
Existem tratamentos mais extremos, como cirurgias para retirada do tecido adiposo do local, lipoaspiração e outras. Contudo, são mais perigosos.
A possibilidade de perder a gordura localizada de maneira natural ainda é a melhor maneira, especialmente por beneficiar outros pontos da vida, como o bem estar e a vida saudável.
Não se esqueça: antes de iniciar qualquer tratamento ou atividade física, consulte seu médico e faça os exames necessários. 

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

6 alimentos para comer no pré-treino



É importante aprender sobre os bons alimentos para o pré-treino. E assim se alimentar de forma a ter um treino saudável e eficiente. Por isso se você precisa de ajuda para entender como se alimentar é bom estar atento a essas dicas.
Entenda alguns alimentos que podem te ajudar nessa refeição do dia. E também encontre dicas para se alimentar da melhor forma para você. Afinal cada organismo é diferente.

Lanches naturais

lanches saudáveis
Lanches naturais ou até mesmo lanches mais leves mesmo com carne podem ser a melhor opção para muitas pessoas. Além de muito saboroso. Ainda é mais indicado para quem sente desconfortos facilmente após se exercitar.
Pode ser uma tapioca com queijo e frango, ou um sanduíche natural. Não precisa ser acompanhado, mas você pode tomar uma vitamina ou suco também.

Batata-Doce

batata doce em póÉ uma ótima fonte de carboidratos complexos e por isso de energia e possui poucas gorduras. Por isso é ótima para o pré-treino. Dá pra preparar com muitos tipos de acompanhamento, mas o indicado é com a proteína. Por isso frango com batata doce é um prato famoso nas academias.

Seu Suplemento

alimentos paraPara quem toma suplementos ou shakes de proteína, o famoso Whey Protein. O pré-treino é um ótimo momento para tomar o suplemento. Não são alimentos, mas você pode fazer com uma fruta para melhorar o sabor. E com certeza ai te ajudar a ter disposição para a atividade física que vai fazer.


Ovos

incluir ovosOvos são um dos alimentos para comer no pré-treino por ser uma fonte de proteína. Hoje é a muito consumido como crepioca, uma mistura de ovo e tapioca. Também pode ser consumido de outras formas. Como uma omelete, por exemplo.


Banana

Deficiência de potássio pode causar cãibras, distensão abdominal e reduzir reflexos. Por isso a banana, rica em potássio, é uma ótima opção para o pré-treino. Sendo a banana um dos alimentos para esse momento. Ela também tem outras vantagens.
bananaÉ rica em carboidratos e ajuda a dar muita energia. Você pode consumir de várias formas, como em uma vitamina, ou com granola, por exemplo. Fica a seu critério. Se você não digere bem fibras, já não é uma opção muito indicada. Pois a banana tem bastante fibras. Então deixe para comer em outros momentos.

Mas quero deixar bem claro, para ter uma melhor alimentação de acordo com seu biotipo e seus objetivos, faz se necessário consultar um nutricionista.